segunda-feira, 24 de agosto de 2009
Vire a página!
Abraços.
segunda-feira, 17 de agosto de 2009
Filhos Brilhantes, Alunos Fascinantes!

Saudações Galera Jovem!Temos aí um trecho do livro "Filhos Brilhantes, Alunos Fascinantes" de Augusto Cury. Este texto traz reflexões muito importantes para podermos alcançar e transformar muitas coisas em nossa vida. Comentem ai galera. Abraços.
Bons filhos conhecem o prefácio da história de seus pais. Filhos brilhantes vão muito mais longe, conhecem os capítulos mais importantes das suas vidas.
Bons jovens se preparam para o sucesso. Jovens brilhantes se preparam para as derrotas. Eles sabem que a vida é um contrato de risco e que não há caminhos sem acidentes.
Bons jovens têm sonhos ou disciplina. Jovens brilhantes têm sonhos e disciplina. Pois sonhos sem disciplina produzem pessoas frustradas, que nunca transformam seus sonhos em realidade, e disciplina sem sonhos produz servos, pessoas que executam ordens, que fazem tudo automaticamente e sem pensar.
Bons alunos escondem certas intenções, mas alunos fascinantes são transparentes. Eles sabem que quem não é fiel à sua consciência tem uma dívida impagável consigo mesmo. Não querem, como alguns políticos, o sucesso a qualquer preço. Só querem o sucesso conquistado com suor, inteligência e transparência. Pois sabem que é melhor a verdade que dói do que a mentira que produz falso alívio.
A grandeza de um ser humano não está no quanto ele sabe, mas no quanto ele tem consciência que não sabe. O destino não é frequentemente inevitável, mas uma questão de escolha. Quem faz escolha escreve sua própria história, constrói seus próprios caminhos.
Os sonhos não determinam o lugar onde vocês vão chegar, mas produzem a força necessária para tirá-los do lugar em que vocês estão. Sonhem com as estrelas para que vocês possam pisar pelo menos na Lua. Sonhem com a Lua para que vocês possam pisar pelo menos nos altos montes. Sonhem com os altos montes para que vocês possam ter dignidade quando atravessarem os vales das perdas e das frustrações.
Bons alunos aprendem a matemática numérica, alunos fascinantes vão além, aprendem a matemática da emoção, que não tem conta exata e que rompe a regra da lógica. Nessa matemática você só aprende a multiplicar quando aprende a dividir, só consegue ganhar quando aprende a perder, só consegue receber, quando aprende a se doar.
Uma pessoa inteligente aprende com os seus erros, uma pessoa sábia vai além, aprende com os erros dos outros, pois é uma grande observadora.
Procurem um grande amor na vida e cultivem-no. Pois, sem amor, a vida se torna um rio sem nascente, um mar sem ondas, uma história sem aventura!
Mas, nunca esqueçam, em primeiro lugar tenham um caso de amor consigo mesmos.
Augusto Cury
Web Rádio Galera Jovem - Acessem!

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Peça sua música pelo nosso email: galerajovem_@hotmail.com
quarta-feira, 5 de agosto de 2009
Can I live?(Posso viver?) - Nick Cannon
Mais sobre o aborto em http://blog.cancaonova.com/felipeaquino/category/aborto/
sexta-feira, 31 de julho de 2009
Iahweh - Getsemani
Comentem galera!
domingo, 26 de julho de 2009
O que o povo quer
Texto de Juliano Ribeiro Almeida, retirado de http://blog.cancaonova.com/felipeaquino/2009/02/26/o-que-o-povo-quer/
A cena foi grotesca: o presidente Lula, do seu camarote na avenida Marquês de Sapucaí, no Rio de Janeiro, lançando para o público camisinhas com a marca registrada do Ministério da Saúde. Nunca imaginei que chegaria a ver um presidente da República se prestando a tão baixo papel. Lembrou-me a política do “panis et circensis” (pão e circo), em que o imperador romano, do alto do seu camarote nos teatros públicos da Roma antiga, mandava distribuir pão gratuitamente para conter as massas. Além de já distribuir o pão com seu programa Bolsa Família, Lula agora decide avançar em seu viés de assistencialista, distribuindo orgasmo para o povo; afinal, como cantou a banda Titãs, “a gente não quer só comer; a gente quer comer e quer fazer amor. A gente não quer só comer, a gente quer prazer pra aliviar a dor”.
E eu acrescentaria, para não faltar com a verdade: a gente não quer só prazer, a gente quer juros mais baixos e um bom sistema de saúde. O que a gente quer não é tão fácil de distribuir e nem tão descartável como um preservativo, numa aventura sexual de carnaval. A gente quer segurança pública e qualidade de vida, a gente quer política sem nepotismo, corporativismo e corrupção… Uma canção de Gilberto Gil diz: “o povo sabe o que quer, mas o povo também quer o que não sabe”. Ainda quando não sabe nomear e definir bem, o povo quer valores morais, referências, ideais, cultura.
É preciso deixar bem claro que os preservativos que Lula distribuiu no carnaval são paliativos, isto é, instrumentos que procuram conter momentaneamente o problema, mas não o resolvem, porque nem sequer tocam em suas causas. O governo está querendo conscientizar o povo em relação à camisinha. Mas é preciso perguntar: o uso da camisinha conscientiza em relação à AIDS? Usar camisinha não significa eliminar o risco de ser contaminado, mas apenas cobrir o risco com uma camada finíssima de látex. Está provado que as DST’s – doenças sexualmente transmissíveis – se disseminam em situações em que não há um comportamento sexual adequado.
Na prática, isso quer dizer: onde há infidelidade conjugal, prostituição, promiscuidade sexual, contato íntimo sem respeito e compromisso. O que a sociedade está fazendo é apenas ir aos lugares de risco, legitimar esse comportamento e distribuir camisinha num clima de “salve-se quem puder”. É como se um navio não desse a mínima para as normas de segurança na navegação e se limitasse a distribuir coletes salva-vidas quando o navio ameaçasse afundar.
O problema das DST’s precisa ser enfrentado, claro. É preciso haver programas de informação, prevenção e, por fim, intervenção também com ações paliativas para os que não foram convencidos a mudar de comportamento. Sem dúvida. Mas a preocupação do governo em conter o HIV não pode ser apenas a de diminuir os gastos do SUS com o tratamento dos soropositivos. Sua preocupação deve estar com o bem-estar integral da pessoa, sua harmonia familiar, seu correto desenvolvimento sexual. E é simplesmente impossível tratar de todas essas questões apenas distribuindo camisinha, sem sugerir claramente: repense sua vida sexual, pergunte-se se já é o momento adequado para transar, ouça sua família e sua religião, escolha bem a pessoa a quem você pretende entregar o seu corpo.
Tenho certeza que Lula e dona Marisa não teriam coragem de jogar camisinhas do camarote se tivessem uma filha de 13 anos lá embaixo, na quentura da puberdade e no embalo do carnaval.
Juliano Ribeiro Almeida, 28 anos, é padre católico e trabalha em Cachoeiro de Itapemirim. julianorial@gmail.com
sexta-feira, 24 de julho de 2009
Apenas mais uma de Amor - Pe. Fábio de Melo
Muito bom galera.